BE do AVERT
Quarta-feira, 23 de Maio de 2012
Segunda-feira, 21 de Maio de 2012
Quarta-feira, 16 de Maio de 2012
eTwinning
Ao longo da Semana da Europa estiveram patentes na BE os trabalhos dos alunos realizados no projeto eTwinning. O tema deste ano centrava-se nas Comemorações mais representativas portuguesas e polacas.
Aqui ficam algumas imagens:
Aqui ficam algumas imagens:
Segunda-feira, 14 de Maio de 2012
Semana da Europa
De 7 a 11 de maio de 2012, celebrou-se na nossa escola a "Semana da Europa". Esta semana foi marcada por várias iniciativas dedicadas às línguas. Assim, no dia 7 promoveram-se atividades no âmbito da Língua de Camões. O dia 9 foi dedicado ao francês e o 10 ao inglês.
Os alunos do 2º ciclo, orientados pelos professores do Departamento das Línguas, elaboraram marcadores de livros com símbolos representativos dos vários países (neste caso Portugal e Reino Unido), cuja exposição teve lugar na Biblioteca Escolar.
Já no âmbito do francês, os alunos que participaram na visita de estudo a Paris, realizaram uma pequena exposição sobre os monumentos visitados com fotos.
Ao longo desta semana também esteve em destaque a literatura alusiva às várias línguas.
A todos os participantes e visitantes, o nosso muito obrigada.
Os alunos do 2º ciclo, orientados pelos professores do Departamento das Línguas, elaboraram marcadores de livros com símbolos representativos dos vários países (neste caso Portugal e Reino Unido), cuja exposição teve lugar na Biblioteca Escolar.
Ao longo desta semana também esteve em destaque a literatura alusiva às várias línguas.
A todos os participantes e visitantes, o nosso muito obrigada.
Segunda-feira, 30 de Abril de 2012
Poisson d'avril
A todos os participantes, muitos parabéns e um especial louvor aos premiados pela sua criatividade.
Aqui ficam alguns exemplares e os 3 premiados:
1º Prémio: Rúbem Veiga
2º Prémio: Joana Resende
3º Prémio: Nelson Palmas
Quinta-feira, 12 de Abril de 2012
Era uma vez um conto que contava o mundo inteiro
Era uma vez um conto que contava o mundo inteiro. Na verdade não era só um, mas muitos os contos que enchiam o mundo com as suas histórias de meninas desobedientes e lobos sedutores, de sapatinhos de cristal e príncipes apaixonados, de gatos astutos e soldadinhos de chumbo, de gigantes bonacheirões e fábricas de chocolate. Encheram o mundo de palavras, de inteligência, de imagens, de personagens extraordinárias. Permitiram risos, encantos e convívios. Carregaram-no de significado. E desde então os contos continuam a multiplicar-se para nos dizerem mil e uma vezes: "Era uma vez um conto que contava o mundo inteiro…"
Quando lemos, contamos ou ouvimos contos, cultivamos a imaginação, como se fosse necessário dar-lhe treino para a mantermos em forma. Um dia, sem que o saibamos certamente, uma dessas histórias entrará na nossa vida para arranjar soluções originais para os obstáculos que se nos coloquem no caminho.
Quando lemos, contamos ou ouvimos contos em voz alta, estamos a repetir um ritual muito antigo que cumpriu um papel fundamental na história da civilização: construir uma comunidade. À volta dos contos reuniram-se as culturas, as épocas e as gerações, para nos dizerem que japoneses, alemães e mexicanos são um só; como um só são os que viveram no século XVII e nós mesmos, que lemos um conto na Internet; e os avós, os pais e os filhos. Os contos chegam iguais aos seres humanos, apesar das nossas grandes diferenças, porque no fundo todos somos os seus protagonistas.
Ao contrário dos organismos vivos, que nascem, reproduzem-se e morrem, os contos são fecundos e imortais, em especial os da tradição oral, que se adequam às circunstâncias e ao contexto do momento em que são contados ou rescritos. E são contos que nos tornam seus autores quando os recontamos ou ouvimos.
E também era uma vez um país cheio de mitos, contos e lendas que viajaram durante séculos, de boca em boca, para mostrar a sua ideia de criação, para narrar a sua história, para oferecer a sua riqueza cultural, para aguçar a curiosidade e levar sorrisos aos lábios. Era igualmente um país onde poucos habitantes tinham acesso aos livros. Mas isso é uma história que já começou a mudar. Hoje os contos estão a chegar cada vez mais aos lugares distantes do meu país, o México. E, ao encontrarem os seus leitores, estão a cumprir o seu papel de criar comunidades, de criar famílias e de criar indivíduos com maior possibilidade de serem felizes.
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